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Artigo – Estrada Iluminada: Livre arbítrio

Sobre o autor
  • Nilton Moreira é Policial Civil e colunista em jornais, blogs e periódicos. Natural de Pelotas, nasceu em 20 de maio de 1952.

Fala-se muito em destino. Tem aqueles que dizem que tudo está escrito e traçado. Será mesmo? Se tudo está escrito e se temos tudo destinado, para que nos preocuparmos com o dia seguinte, afinal não está já decidido o que vai acontecer segundo estas pessoas?

Não compactuamos desta variante de crença, pois se se tudo fizesse parte do destino, onde estaria o mérito de cada um?

Possuímos sim o livre arbítrio e o temos em dois momentos. Um quando ainda estamos na espiritualidade antes de reencarnar e programamos a nossa vinda, escolhendo tipo de corpo, defeitos de aparência, beleza, feiura, família que vamos aportar e algumas pessoas que seremos compelidos a encontrar. Tudo faz parte de objetivos a alcançarmos quando aqui na vida física chegarmos.

O aspecto do corpo estará relacionado as dificuldades que vamos enfrentar, pois uma pessoa bela em aparência certamente poderá sofrer assédios e dificilmente escapará aos olhares por onde passar. Dificuldades físicas tem a ver com excessos que praticamos em vidas passadas e solicitamos este entrave com vistas a nos tolher liberdade de sentidos ou funções em vários níveis. O lar que vamos aportar tem a ver com relacionamentos que teremos de trocar experiências, aparando arestas de relacionamentos compromissados no passado.

Mas ao nascermos e com o passar do tempo nos esquecemos do planejado, e nisso consiste a misericórdia Divina, pois se lembrássemos de nossos inimigos do pretérito não teríamos condições de resgatar e nem amá-los.

Então notemos que temos duas fazes de livre arbítrio, aquela antes de nascer e aquele livre arbítrio que aparecerá toda vez que tivermos que tomar decisões como encarnados.

É certo que temos amigos espirituais nos intuindo a seguir o caminho correto, mas as vezes por nossa incapacidade de entendimento ou teimosia mesmo, deixamos de fazer o que é certo e erramos, compromissando nossa reencarnação.

Para evitar que sigamos caminhos diferentes daqueles idealizados, devemos sempre procurar estar com o pensamento elevado e pedindo quando necessário a inspiração dos bons espíritos, mensageiros do Mestre para que assim tenhamos êxito em nossas decisões.

Devemos nos sentir felizes por termos Deus a olhar por nós, e proporcionando sempre oportunidades de acertamos e repararmos.

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