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Artigo – Estrada Iluminada: Julgamento final

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  • Nilton Moreira é Policial Civil e colunista em jornais, blogs e periódicos. Natural de Pelotas, nasceu em 20 de maio de 1952.

Quase todos nós falamos do julgamento final, juízo final, trombetas, mas mesmo assim continuamos transgredir a Lei Divina. Pedimos perdão nas preces e orações, mas logo a seguir deixamos de trilhar o caminho correto, esquecendo promessas e o julgamento final.

Errar faz parte do momento que vivemos, afinal é por isso que estamos ainda em um Planeta onde predomina o mal, conforme nos esclarece determinada filosofia religiosa, mas se a semeadura é livre a colheita nos será imposta.

Vemos pessoas todos os dias praticarem maldade, principalmente aquelas que detém o poder de ter sob sua contiguidade quem precisa obedecer, pois todo empregado necessita da atividade para obter seu sustento.

Em questões de religião, futebol e principalmente opção política não devemos coagir ninguém. É válido tentar convencer que um time é melhor que outro, mas imprimir condição dolorosa, perda do emprego por não querer aderir bandeira, é desumano, principalmente quando traz as vezes prejuízo a uma família inteira.

A pessoa orgulhosa que detém o poder e esconde-se muitas vezes num semblante de caridosa, não demora muito a mostrar sua índole e usar de meios achacadores para atingir seus intentos. Claro que o orgulho faz parte também do Planeta, mas devemos sempre tentar extirpá-lo, conforme Jesus nos ensinou.

É sublime quando uma pessoa que precisa de ajuda é socorrida. Muitas vezes uma mãe humilha-se perante a quem tem o poder de decidir, mas se a ajuda vem sem intenções de retribuição o reconhecimento virá automaticamente.

Lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos esclarecimento que o poder é algo dado por Deus, o qual o retira quando o bem entender. Então devemos sempre atentar para nossos atos, pois se agirmos equivocadamente teremos de prestar contas do bem que podíamos ter realizado e não o fizemos.

Jesus que foi o homem mais perfeito que passou pela Terra, nunca exigiu seguidores. Apenas convidava as pessoas, e no momento derradeiro do voto apenas deixou que decidissem sem coação, sem imprimir condições. Assim devemos sempre proceder se não quisermos sofrer consequências que trarão a nossa vida angústias e frustações. Choro e ranger de dentes.

Mas tudo serve de chamamento para nossa evolução moral no caminho em direção ao Pai. A perfeição não está na Terra.

Se errarmos, não nos desalentemos. Esperemos o julgamento final! Sirvam nossas derrotas para nosso crescimento.

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